Ah... aquele céu azul. Tudo perfeito para um dia de muito som ao ar livre.
O Motoclube XYZ nos chamou para tocar no seu 15º aniversário em um rancho de Santa Rita do Passa Quatro. Boi no rolete, piscina, cerveja e muito rock'n roll.
Saimos de manhãzinha 9h (ok, não tão "zinha" assim, porém em um sábado, é), e colocamos o pé na estrada. Bateria - ok, Guitas - ok, Baixo - ok, Mics - ok, Cubos - ok, Caixa - ok, Cerva - ok. Tudo estava certo, então ao embalo de Red hot e entre outros, fomos.
No meio do caminho havia uma pedra, ops, pedra não, nuvens negras. Mas até ai tudo bem.
Chegamos e a empolgação rolava solta, hiper lotado, todos esperando por nós.
Trocamos uma idéia com o cara da mesa de som, ajeitamos tudo e fomos curtir um pouco né?
Quando a Banda"WQ" começou a abrir nosso show a pequena chuva que temia cair no caminho, caiu. Foi apenas o começo.
O som rolando e os raios iluminando. Isso já era 22h. Ah, sem esquecer de citar, que o boi no rolete tava no ponto, todos a postos para nossa entrada.
Assim que a última música começou a tocar, 3 coisas aconteceram no mesmo instante.
Um gato preto passou voando por entre a chuva (ok, pode até ser superstição, mas no contexto não era não.), um casal de amigos nosso que nunca, repito, nunca foi nos assistir chegou assim de surpresa no fim de mundo chamado Santa Rita do Passa Quatro (me desculpem o fim de mundo rs) e durante um temporal (nessa hora num era mais uma pequena chuva.), e por fim um blackout rapidão (pá, pum - "onomatopéia").
O coração até deu aquele aperto, mas seguir em frente sempre é o certo a se fazer (às vezes).
Subimos ao palco, "tinindo" que estavamos, porém com a sensação de que coisa boa não viria. Começamos a 1ª música (Detroit Rock City- Kiss) e resumo: um toldo voando, blackout total, todos gritam, vários e varios trovões ajudam na composição do tema: a noite do terror vigésimo quinto, cabos e mais cabos sendo molhados, o dono da mesa de som chorando pela perda de seu material e um boi no rolete sendo levado pela correnteza. Mas mesmo com tudo isso a noite foi boa, celulares como velas, um violãozinho e as cervas para finalizar.
Obs: A luz nem pensou em voltar e o gato com certeza foi para um lugar super seguro.
O Motoclube XYZ nos chamou para tocar no seu 15º aniversário em um rancho de Santa Rita do Passa Quatro. Boi no rolete, piscina, cerveja e muito rock'n roll.
Saimos de manhãzinha 9h (ok, não tão "zinha" assim, porém em um sábado, é), e colocamos o pé na estrada. Bateria - ok, Guitas - ok, Baixo - ok, Mics - ok, Cubos - ok, Caixa - ok, Cerva - ok. Tudo estava certo, então ao embalo de Red hot e entre outros, fomos.
No meio do caminho havia uma pedra, ops, pedra não, nuvens negras. Mas até ai tudo bem.
Chegamos e a empolgação rolava solta, hiper lotado, todos esperando por nós.
Trocamos uma idéia com o cara da mesa de som, ajeitamos tudo e fomos curtir um pouco né?
Quando a Banda"WQ" começou a abrir nosso show a pequena chuva que temia cair no caminho, caiu. Foi apenas o começo.
O som rolando e os raios iluminando. Isso já era 22h. Ah, sem esquecer de citar, que o boi no rolete tava no ponto, todos a postos para nossa entrada.
Assim que a última música começou a tocar, 3 coisas aconteceram no mesmo instante.
Um gato preto passou voando por entre a chuva (ok, pode até ser superstição, mas no contexto não era não.), um casal de amigos nosso que nunca, repito, nunca foi nos assistir chegou assim de surpresa no fim de mundo chamado Santa Rita do Passa Quatro (me desculpem o fim de mundo rs) e durante um temporal (nessa hora num era mais uma pequena chuva.), e por fim um blackout rapidão (pá, pum - "onomatopéia").
O coração até deu aquele aperto, mas seguir em frente sempre é o certo a se fazer (às vezes).
Subimos ao palco, "tinindo" que estavamos, porém com a sensação de que coisa boa não viria. Começamos a 1ª música (Detroit Rock City- Kiss) e resumo: um toldo voando, blackout total, todos gritam, vários e varios trovões ajudam na composição do tema: a noite do terror vigésimo quinto, cabos e mais cabos sendo molhados, o dono da mesa de som chorando pela perda de seu material e um boi no rolete sendo levado pela correnteza. Mas mesmo com tudo isso a noite foi boa, celulares como velas, um violãozinho e as cervas para finalizar.
Obs: A luz nem pensou em voltar e o gato com certeza foi para um lugar super seguro.
Moral da História: Um dia bom, pode não ser tão bom, porém sempre acaba bom.

1 comentários:
Nossa Lii... até gato preto, quanta coisa hein rsrs...
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